segunda-feira, 6 de julho de 2009

E o mundo parou...


“Morre aos 50 anos de idade o astro pop Michael Jackson”, “Acaba de ser confirmada a morte do cantor Michael Jackson”, “O mundo acaba de perder o grande ídolo Michael Jackson”, essa foi à notícia mais falada no dia 25 de Junho de 2009 e desde então o assunto em roda de amigos, bares, salão de beleza, escolas, faculdade é o mesmo, o mundo realmente parou para falar e ouvir tudo sobre o até então “comedor de criancinhas”. Pois é, assim foi como Michael Jackson ficou marcado após tantas confusões em sua vida. Mas como todo falecido ele também virou santo, sua imagem agora é vinculada ao garoto que sofria na mão do pai e dos irmãos, do adulto que sonhava em ser criança e do milionário que fazia caridade.
Aquele “monstro” que mudou seu próprio rosto e cor da pele foi esquecido e vem sendo lembrado como o grande cantor e dançarino que realmente foi.
São chuvas de homenagens, tributos e o devido reconhecimento ao astro pop.
Confesso que precisou de sua morte para que eu passasse a ouvir suas músicas, assistir seus clipes e olhar com outros olhos a história desse jovem adulto.
Acredito que assim como aconteceu comigo as piadas a seu respeito perderam a graça e o lamento de não tê-lo conhecido melhor enquanto vivo aumenta a cada
Billie Jean, Black Or White ou Thriller que escuto.
Até onde o Michael pedófilo ou o Michael Peter Pan é real nunca saberemos. O que sabemos é que ainda ouviremos muito sobre o rei do pop, pois como sempre ele deixou muita polêmica e disse me disse.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Retrospectiva 2008


Chegou à hora! Vamos mais uma vez reunir nossas famílias em volta de uma mesa repleta de comida, entregar e receber presentes e uma semana depois estaremos estourando champagne, chorando, fazendo simpatias, abraçando pessoas queridas e recebendo 2009 de braços abertos, com aquela esperança de que tudo será melhor.
O ano de 2008 foi bastante agitado; já iniciamos de maneira diferente, afinal tivemos 366 dias ao invés de 365, isso mesmo 2008 é um ano bi sexto.
Em certo momento o mundo parou e teve suas atenções voltadas para a China, mais precisamente para Pequim. É! As olimpíadas marcaram nosso ano com sentimentos conturbados; foram momentos de sorrisos, de apertos no peito, arrepios, choros de tristeza e alegria, raiva, angústia, enfim de todas as formas possíveis nós torcemos. E quem diria que as Paraolimpiadas nos dariam tantas alegrias e orgulho.
Passada essa fase vieram outras preocupações, nossos prefeitos e vereadores foram decididos. E por falar em eleições não podemos nos esquecer de Barack Obama, o novo presidente dos Estados Unidos da América.
E falar em Estados Unidos sem falar de crise econômica é impossível. A crise do dólar pegou o mundo inteiro de surpresa e veio se estendendo até esse momento e pelo visto infelizmente vai estourar o Champagne e adentrar ao ano de 2009 junto conosco.
No futebol o nosso Brasil não nos deu tanto orgulho como esperávamos, com isso a campanha
“Fora Dunga” se fortaleceu. E o pior? Ele continua lá.
O Vasco em meio a lágrimas encontra-se agora na 2ª divisão, enquanto o Corinthians comemora sua volta por cima. E o São Paulo? Agora é Hexa Campeão Brasileiro!
Na fórmula 1 Felipe Massa lutou pelo Título Mundial como ninguém, venceu a prova, mas por um ponto o Inglês Lewis Hamilton levou o Título. O que não diminui e muito menos tira o brilho do nosso Felipe Massa do Brasil.
Entretanto o que mais marcou 2008 foram tragédias. Duas delas que tiveram um ponto em comum, as janelas de suas residências.
O caso da menina Isabella Nardoni de 5 anos que foi jogada pela janela do sexto andar pelo próprio pai e o da garota Eloá de 15 anos que foi mantida prisioneira na mira de um revolver pelo ex namorado por 100 horas, e foi lá pela janela de seu apartamento que acompanhamos seu sofrimento e a vimos com vida pela última vez. Dois anjos inocentes que perderam suas vidas de formas cruéis e inaceitáveis.
Mais tarde viria uma tragédia diferente dessas citadas acima, porém não menos dolorosa. Santa Catarina teve quatro cidades tomadas pela água da chuva; são casas perdidas, móveis, terrenos e o mais lamentável, são vidas perdidas.
Claro que esses não foram os únicos acontecimentos que fizeram parte desse ano, houve muito mais, porém felizmente ou infelizmente esses de alguma maneira se destacaram.
Enfim, mais um ano passou e deixou para trás apenas lembranças, sejam elas alegres ou tristes elas fazem agora parte do nosso passado. Então, que venha o futuro,
que venha 2009!
Dayene Brugiolo

domingo, 19 de outubro de 2008

Qualquer semelhança é mera realidade



Uma pessoa ferida, uma pessoa presa e uma pessoa morta. Assim chegou ao fim o maior seqüestro da história de São Paulo.
Foram 100 horas de pânico, aflição, negociação e acontecimentos inesperados.
O motivo? Um simples término de namoro, mais precisamente o que vem depois dele:
a tal dor de cotovelo. Uma dor que se estendeu por todo o país, em principal aos familiares das vítimas.
Aos 15 anos de idade não se tem uma intenção de vida formada, mas tem muito que se viver. E isso foi tirado brutalmente da garota Eloá e consequentemente de sua amiga Nayara, que depois desse episódio nunca mais será a mesma.
Se houve erro tático da policia ou se foi uma fatalidade, nunca saberemos ao certo, mas também de que adianta saber disso agora? O pior já aconteceu, graças a uma mente infantil e inconseqüente.
Durante todas essas horas de seqüestro, pensei por vários momentos estar assistindo a um filme de suspense, porém o final feliz que tanto aguardávamos foi interrompido por três principais disparos de uma arma calibre 32, atingindo as duas vitimas e sucessivamente tirando a vida de uma delas, daquela que tinha tudo pra ser a mocinha da história.
Depois dessa não me resta mais nada que encerrar esse texto torcendo pra que o causador de tudo isso pague pelo o que fez e que a justiça acerte na sentença para que o autor desse “filme” não resolva escrever a segunda parte.


The End

Dayene Brugiolo

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

A Batalha dos Grandes


08 de Agosto de 2008,é dada a largada! Começa a busca pela superação, pela realização de um sonho, pela vitória, enfim começa a busca pelo metal mais valioso, o tal do ouro!
Milhares de pessoas competindo em busca de um mesmo ideal, porém antes de qualquer coisa é bom lembrar que em uma competição só um lado leva a melhor, e que para um possa vencer obviamente o outro terá que perder.
E nessas horas não adianta só ficar apontando os erros e muito menos tentar o consolo naquela frase conhecida, “Para nós a prata vale o Ouro”, “Para nós o Bronze tem gostinho de Ouro”. Nada disso, a prata vale prata, o ouro vale ouro e o bronze vale bronze. E cada uma tem seu significado, por mais que a tristeza em não chegar ao ponto mais alto do pódio seja grande, a consciência de que se doou o Maximo, de que força de vontade não faltou é o que tem que prevalecer. Afinal perder não é vergonha nenhuma, vergonha é não tentar por medo de perder, ou de errar!
Depois, o que nos resta é achar qual foi o erro tático ou psicológico e trabalhar em cima dele, pra que da próxima vez a Prata fique com aqueles que hoje dariam de tudo para tê-la, então chegarmos ao brilho dourado.
Nessas olimpíadas ganhamos e perdemos como qualquer um, afinal de contas nenhum competidor que foi até Pequim estava programado como um robô pra vencer.
Nossos atletas são seres humanos, que acertam, erram, choram, sorriem,caem, levantam, brigam, amam. São pessoas de verdade que mesmo tendo o apoio de um país inteiro nem sempre conseguem superar aqueles que se saem melhor.
Ganhou o Ouro? Parabéns
Ganhou a Prata? Parabéns
Ganhou o Bronze? Parabéns
De alguma maneira uma marca do nosso país ficou por lá.
Nós que aqui torcemos só temos que agradecer, cada gol, cada salto em geral, cada remada, cada corrida, cada ippon, cada braçada, cada pirueta, cada chute, cada levantada de bola, cada saque, e a cada “Gibaaaaaaa Nelesssss” que ouvimos.
Vocês são verdadeiros heróis só em vestir nossa camisa e tentar de todas as formas honrá-la.
Se hoje não foi possível completar todo o sonho, algum motivo existe, um motivo que agora não sabemos explicar direito, mas que com certeza saberemos daqui a quatro anos, quando sentirmos mais uma vez o arrepio e o nó na garganta ao ouvirmos o tão sonhado “... dos filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada Brasil”.
Dayene Brugiolo